
Nostalgia do passado. Antigamente não foi melhor. Era. Como agora é. Coisas boas, outras nem tanto. As horríveis. A idéia de um paraíso no passado persiste. O paraíso no desconhecido. E nada mais desconhecido que o passado. Com muita liberdade, ou pouca, a gente sempre inventa. Aí invento um tempo e uma vida pra preencher esse tempo inventado. Quando enrosco mudo o rumo. No interior o espaço pro improviso se estende. O amigo sempre mora perto. E no interior, visitar amigos ainda pode ser de um estalo. Não precisa marcar hora. Vai. A pé. E leva o pão, porque café sempre tem.
Um comentário:
Priscila, saudações!!!
sem rodeios, digo que tu escrevre pra *(#$%¨*... rs
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